O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 30/09/2020
Durante o Período Colonial, iniciada em 1500, a mão de obra predominante era a escrava composta por africanos trazidos dos seus países de origem até o Brasil, sendo submetidos a um trabalho braçal e abusivo. Entretanto, em 1888, essa situação começou a melhor com a Lei Áurea, assinada pela princesa Isabel, que extinguia o trabalho escravo. Contudo, na contemporaneidade, pode-se afirmar que o trabalho escravo se mantém, ainda hoje, no Brasil. Dessa maneira, ora pela falta de fiscalização, ora pela má qualidade da educação brasileira.
Primeiramente, é indubitável salientar que a fiscalização das leis no Brasil é algo bastante precário. Consoante Montesquieu, defendia o respeito as leis, bem como a fiscalização de seu cumprimento. Nesse ponto, compreende-se que, tal exploração ocorre devido a crescente impunidade perante a lei. Destarte não havendo fiscalização nem punição, setores como da agricultura e da pecuária, os quais, concentram a maior parte do trabalho forçado, tendem, cada vez mais estarem em condições similar a escravidão.
Em segundo plano, é inegável ressaltar o baixo nível da escolaridade dos que sofrem com a escravidão. Segundo dados de pesquisas feitas pela revista GLOBO que entrevistaram refugiados de trabalho escravo, cerca de 14% dos escravizados eram analfabetos e 39% estudaram até o quinto ano. Por conseguinte, entende-se que o baixo índice de escolaridade é um dos fatores preponderantes para a submissão a trabalhos forçados e jornadas exaustivas. Dessarte, a busca por mão de obra barata tem se tornado cada vez mais frequente, tomando como solução o uso da mão de obra escrava.
Em suma, diante dos argumentos citados, é evidente a resolução do impasse. Portanto, o Ministério do Trabalho devem realizar campanhas midiáticas com intuito de orientar as pessoas a denunciarem tais casos de escravidão. Ademais, O Governo, em parceria com o Ministério da Educação, deverá promover uma reforma ampla na gestão escolar, atendendo a todas as necessidade com a maior qualidade possível, para que diminua o analfabetismo e a erradicação do trabalho forçado no Brasil.