O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 27/10/2020

Na Constituição de 1934, o presidente da república Getúlio Vargas, conhecido como “pai dos pobres” oficializou os direitos trabalhistas. Porém, mesmo  depois de 86 anos da constituição, o Brasil ainda enfrenta o desafio de acabar com o trabalho escravo. Nesse contexto, é necessário que medidas sejam tomadas, visto que cidadãos são submetidos à ameaças que corrobora para violação dos direitos do trabalhador.

Em primeiro plano, evidencia-se que há pessoas intimidadas fisicamente  no trabalho como fator determinante para persistência da problemática. Segundo pesquisas feitas por alunos do SENAC , o que mantem as pessoas no trabalho escravo são ameaças por homens armados. De fato, á pesquisa fala explicitamente o medo das pessoas de saírem do trabalho escravo. Portanto, é inegável contestar que escapar desta zona de exploração é um processo fácil e indolor.

Em segundo lugar, é importante analisar o problema pela raiz: a falta de fiscalizações perante as infrações cometidas com os benefícios dos trabalhadores. Uma noticia que marcou o Brasil, foi a morte do sindicalista Chico Mendes que morreu lutando pelas reivindicações trabalhistas dos seringueiros, este fato atinge os direitos humanos da forma mais bruta. Lamentavelmente, é evidente que situações como essas aconteça em pleno século XXI.

Logo, urge a necessidade de serem tomadas medidas para minimizar o impacto causado pelo trabalho escravo no país. Por isso, o Ministério do Trabalho deve melhorar sua fiscalização e exigir das pequenas e grandes áreas do trabalho todo acesso ao local, por meio de câmeras instaladas  e sendo observadas 24 horas para que não haja nenhum tipo de violação ao trabalhador. Contudo, outras medidas são necessárias, porém, esse já é o primeiro passo para o fim do trabalho escravo no Brasil.