O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 05/10/2020
A obra o “grito” do pintor norueguês Edvard Munch retrata uma figura em um profundo momento de desespero e preocupação. De maneira análoga á obra expressionista, relata tal situação de desconforto que também se faz presente no cenário brasileiro, já que parte do tecido social sofre com o trabalho escravo no Brasil contemporâneo. Nesse sentido, é lícito afirmar que a mentalidade capitalista e negligência governamental contribuem para perpetuação desse cenário negativo.
Em primeiro lugar, é seguro ratificar que as posturas das empresas estão intrinsecamente ligadas aos serviços escravos. Isso ocorre porque, as firmas visa apenas os lucros para si mesmo e desvalorizando os funcionários, os quais fazem a meta de lucro subir cada mês. Nesse viés, evidenciando o extremo quadro da questão, a população está gerando crescimento e reconhecimento para elas, enquanto eles são escravizados de tanto trabalho. Dessa forma, nota-se o quão longe o país se encontra de ordem e progresso.
Em segundo lugar, é lícito afirmar que a omissão governamental é o fruto de ainda existir em pleno século XXI trabalho escravo. Visto que, na novela Escrava Isaura além de abordar os negros, abordava os serviços braçais e como eles se quer não tinha direito algum por falta de conhecimento da lei.
Portanto, conforme a constituição prevê os tais direitos trabalhistas não são executados como afirma nela, devido a essa falha de entendimento deles não saberem como recorrer seus direitos. Sendo assim, este retrocesso ainda insiste manter-se na sociedade.
Então, existe uma problemática muito grande envolvendo a falha de direitos trabalhistas destes cidadãos. Dessa maneira, o Estado junto com a Consolidação de Leis de Trabalho (CLT), por intermédio de disponibilizam cartilhas afim de mostrar os quais são seus direitos dentro de uma instituição e só assim eles vão saber recorrer aos seus direitos que a constituição assegura. Portanto, só assim irá amenizar esse problema.