O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 30/10/2020
Atualmente, a forma estabelecida de emprego pelo mercado de trabalho se baseia, em média, de um serviço remunerado de acordo com a carga horária exercida, tal como a competência, responsabilidade e bagagem de experiências. Geralmente, é preferível que se contrate um indivíduo que, além de ter ótimos resultados em experiências anteriores, no que tange à responsabilidade e importância no cargo, também demande menos gastos à empresa em questão. Esse padrão tem sido propagado há algumas décadas, quando se estabilizou a PEA (população economicamente ativa) na sociedade brasilense.
Porém, principalmente em regiões de menos oportunidades e baixa escolaridade, encontra-se um padrão de trabalho desumano, demandando horas de esforço repetitivo, sem salário fixo e/ou condições mínimas para o trabalhador. Não obstante, é pertinente a percepção errônea de boa parcela da sociedade no que se diz respeito ao trabalho escravo, cujo infelizmente ainda é muito presente na sociedade brasileira. Podendo ser utilizado para reduzir custos, aumentar a produção ou até mesmo em questões de preconceito, como raça, etnia ou religião.
Especialmente pelo motivo do falso saber em relação à esse fato, não há discussão usual sobre o assunto, gerando assim menor visibilidade para um grande problema social. Uma solução em potencial é, além da maior propagação de informações úteis sobre o tema, conscientizando a população, a criação de serviços de denúncia para tal ação, aumentando também o poder dos oprimidos por essa realidade.