O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 23/11/2020

Racismo: a negligência da atual escravidão brasileira

Segundo o artigo 149 do código penal, é dever do governo brasileiro inibir todo trabalho escravo e explorado, com aplicação de multas e penas aos patrões. Entretanto, o não cumprimento dessa lei se torna evidente, pois segundo notícias, é recorrente casos de escravidão no Brasil, principalmente em grandes lavouras, as quais se isentam de rígidas fiscalizações. É incontestável a relação racial à este crime,  visto a predominância de negros e miseráveis explorados diariamente, pelo vínculo direto aos antigos engenhos escravocratas racistas. Com base nesses dados é ingênuo acreditar na eficiencia do governo ao combate dos trabalhos inclementes.

Segundo Hegel, idealista alemão, em sua tese da consciência sensitiva, cita o indivíduo com reflexões de seu cotidiano, que visa apenas o melhor para si. Mentalidade observada em grandes proprietários de fazendas, que aspiram pelo lucro máximo, utilizando mão-de-obra barata ou “gratuita”, tirando o total proveito de seus empregados, cientes das fracas inspeções governamentais nessas áreas. Com isso, a exportação de mercadorias produzidas ilegalmente, transforma-se no decaímento da reputação brasileira mundial, a qual é de suma importância para a proliferação da economia brasileira, assim sendo fundamental a interferência jurídica e política.

Historicamente, a presença de submissos é observado durante toda humanidade, principalmente no período das grandes navegações europeias, escravizando milhares de africanos e indígenas, com discursos racistas e preconceituosos, quanto a inferioridade religiosa e dos mesmos. Felizmente a evolução educacional e criação de leis, contribuiu à uma grande mudança mental-social, quanto à discriminação racial, compreendendo a injustiça dessas ações. Porém ao analisar a atual situação, nota-se que o Brasil abriga diversos empresários, os quais permitem a exploração desumana de trabalhadores negros e necessitados, essa condição é caótica, contudo mutável, através de novas medidas restritivas.

Portanto, conforme observado, é necessário atitudes imediatas ao trabalho escravo no Brasil. Convém, então, ao governo brasileiro e ONG’s abolicionistas, tornar rigorosa a fiscalização das grandes fazendas e campos, através da criação de um sistema informático de organização de dados de todos empregados agrícolas, providenciando seus devidos direitos, através da reunião de projetos de universitários e doutores profissionais, somado de investimentos nos setores tecnológicos, com isso as taxas de exploração servil decairía, visto o correto supervisionamento da situação e qualificar-se-ia a reputação dos produtos brasileiros.