O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 24/11/2020
No dia 13 de maio de 1888, foi promulgada a Lei Áurea, redigida pela Princesa Isabel, sendo a primeira lei visando a libertação dos escravos dos campos e das senzalas, que eram a condições desumanas. Contudo, esse fato ainda é presente no Brasil contemporâneo, onde pessoas trabalham em áreas precárias e sendo uma barreira para terem uma vida de excelência.
Em uma primeira análise, as vítimas de trabalhos forçados estão em áreas precárias. De acordo com a Constituição Brasileira, os cidadãos são livres para desenvolver quais quer serviços mediante a uma boa condição no ambiente de trabalho. Porém, os empregadores impõem medidas que violam os direitos dos trabalhadores, os enganando com falsas promessas de fornecer recursos básicos como água, comida e moradia, sendo uma grande armadilha para a escravidão moderna.
Nesse contexto, as pessoas que estão nessa obrigação, esquecem de como é exercer uma vida com excelência. Em meio a um ambiente de miséria e horror, a vítima desenvolve dificuldades psicológicas, podendo resultar em síndrome de Estocolmo, uma doença psicológica em que o indivíduo se acostuma com a situação de trauma e esquece que está em uma situação ruim e deixa de lado o prazer na vida.
Portanto, muitas vítimas são sujeitas a situações de escravidão porque foram enganadas e necessitam de ajuda para serem libertas, então o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) deve providenciar buscas, por meio de militares, em regiões rurais e urbanas para localizar focos de trabalhos forçados, e com arrecadação de verbas, desenvolver abrigos para as famílias que estão nessas situações, para assim os cidadãos possam se recuperar dos traumas e voltar a ter uma vida de proveitos. E assim, seguindo o exemplo da Princesa Isabel ao libertar os escravos das condições de miséria e viverem livres dos açoites e torturas.