O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 25/11/2020
O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Quando se fala em escravidão, no imaginário popular do Brasil, existe a imagem dos navios negreiros durante o período colonial, mas esse método não explica de forma abrangente o conteúdo do trabalho escravo ao longo da história. Ele disse: “Em cada época existe uma espécie de escravidão. Com o tempo, este é um conceito qualificado que aparece de maneiras diferentes. Os gregos são diferentes dos romanos, e os romanos e os africanos podem ser Africanos para o Brasil não são iguais. ”Ricardo Rezende, pastor, professor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), coordenador do GPTEC (Grupo de Pesquisa em Escravidão Contemporânea).
O trabalho escravo contemporâneo é trabalho forçado, trabalho ilegal, trabalho inexistente ou trabalho com salários insuficientes. Além da falta de liberdade e de direitos trabalhistas, os trabalhadores não têm remuneração suficiente para atender às suas necessidades básicas. Diante dessa situação de dependência direta de trabalho, jornada esgotada e salário indigno, a pessoa não pode renunciar. Estima-se que grande parte dos trabalhadores escravos modernos são obrigados a trabalhar para saldar dívidas enormes, mesmo que essas dívidas fossem obra de seus ancestrais, na maioria dos casos, o trabalho escravo contemporâneo ocorre nas áreas rurais, especialmente nos campos de cana-de-açúcar e na pecuária. Entre 2003 e 2014, o número de trabalhadores em condições de trabalho sobre-humanas foi libertado perto de 40.000.
A partir disso, podemos concluir que existem alguns pontos que podem ajudar a erradicar a escravidão, como prevenção por meio da educação; divulgação de informações; corporativismo e cooperativismo geram renda em comunidades carentes; geração de renda no país; e acesso ao meio rural terra. Investir na assistência às vítimas, que inclui a necessidade de moradia temporária, direitos ao pagamento por meio de procedimentos judiciais ou contratos de trabalho e qualificações profissionais para que a pessoa não volte ao estado no início do ciclo. Finalmente, a repressão ainda é branda em muitos casos para trabalhadores presos como escravos no Brasil. Portanto, para impedir essa violação dos direitos humanos, a punição é essencial. A repressão é alcançada por meio da indenização econômica da vítima, do pagamento da indenização e dos direitos e da punição do agressor, que pode incluir prisão de dois a oito anos.