O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 13/01/2021
A Lei Áurea, de 1888, decretou o fim do direito de propriedade de uma pessoa sobre outra no Brasil, todavia,serviços analogos á escravidão ainda existe no país hodierno . Desse modo, a empregador que utiliza trabalho escravo busca produzir um produto com o mínimo ou ausência total de custos trabalhistas e, assim, ações sociais e políticas são fulcrais. Á partir disso, a vulnerabilidade socioeconômica da vítima implica na aceitação de condições precárias do trabalho, além da privação do desligamento entre o patrão e o trabalhador.
Em primeira análise, o documentário ´´Aprisionados por promessas´´, produzido pela Comissão Pastoral da Terra, retrata a situação precária dos trabalhadores do campo aliciados e escravizados pela vulnerabilidade socioeconomica. Por conseguinte, as vitimas relatam o analfabetismo e a pobreza extrema como causas de se submeterem as péssimas condições do trabalho, bem como a falta de saneamento básico, maus tratos e não pagamentos de horas extras. Não obstante, o Brasil possui leis de direitos trabalhistas que asseguram salários adequados, férias remuneradas e seguro desemprego, desta forma, para cessar os serviços analogos á escrividão é indispensavél a emancipação social sobre a legislação.
Outrossim, a privação do desligamento entre o patrão e o trabalhador é um fato recorrente nas relações brasileiras, principalmente no ambiente domiciliar em que a funcionária passa a maior parte do tempo se dedicando á casa e á familia do protetário. Isso se corrobora no filme brasileiro ´´Que Horas Ela Volta?´´ em que conta a história de uma empregada doméstica, Val, a qual, deixa de cuidar de seus filhos para viver em função da vida dos patroes, além de perder a sua liberdade. Com efeito, mesmo após a Lei Áurea o trabalho escravo existe de maneira velada e carece de denúncias sociais para, de fato, abolir essa problamática.
Em suma, a exploração de pessoas com péssimas condiçoes no trabalho é pertinente na atual conjuntura brasileira. Logo, cabe ao Ministério da Educação e da Comunicação fomentar a formação dos direitos trabalhistas, mediante a matérias extracurriculares nas escolas, associada a cartilhas -dispostas em lugares público de grande circulação- com informaçoes do que é um trabalho legalizado conforme os direitos humanos e seus benefícios, a fim de tornar a sociedade menos vulneravéis e ter uma vida digna. Ademais, urge ao Ministério do Trabalho em parceiria com as Organizações Não Governamentais alentar a sociedade da importancia de denunciar as práticas escravistas, por intermédio de disque denúncias anonimas, gratuitas, com o fito livrar vitimas, que muitas vezes, não se veem em situaçoes desumanas no trabalho. Dessarte, obter-se-á um sociedade coesa conforme