O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 13/01/2021
O Brasil sofre com o trabalho escravo desde sua independência, em 1822. Assim, esse problema deve ser enfrentado, uma vez que leva milhares de pessoas a condições desumanas e morte. Dessa forma, dois aspectos fazem-se relevantes: a má fiscalização e a impunidade criminal.
Primeiramente, é fulcral pontuar que a escravidão deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de macanismos que coíbam tais ocorrências. Nesse contexto, segundo o jornal O Globo, 90% dos casos de escravidão permanecem desconhecidos, um reflexo da baixa fiscalização que agrava a situação. Nessa perspectiva, faz-se necessária a reformulação dessa postura estatal.
Ademais, é imperativo ressaltar a impunidade criminal como promotora do problema. Nesse interim, de acordo com matéria do jornal Extra, somente 4% dos crimes no país brasileiro são elucidados, o que indiretamente aumenta o número de escravizados. Partindo desse pressuposto, pode-se mentalizar que as políticas do governo são insuficientes e todo esse contexto acaba por contribuir para a perpetuação desse quadro deletério.
Em suma, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço do trabalho escravo, que envolve má fiscalização e a impunidade criminal.. Dessarte, necessita-se que o Governo Federal, por meio do Tribunal de Contas de União, direcione capital para o Ministério da Justiça e Segurança, de modo a aumentar a fiscalização e punir aqueles que promovem a escravidão. Desse modo, atunuar-se-á, em médio e longo prazo, o trabalho escravo no Brasil contemporâneo e a coletividade se tornará mais justa.