O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 24/03/2021
Segundo o filósofo Adam Smith, “A sociedade só progride quando cada indivíduo busca as ambições individuais”. Ao contrário do exposto, a sociedade não consegue evoluir sendo individualista. Desse modo, a falta de empatia no Brasil impede sua progressão.
Em primeiro lugar, observa-se o livro “O Leviatã” de Thomas Hobbes que diz sobre as ambições individuais impedirem a convivência em coletividade harmônica. De fato, com a pandemia da Covid-19, várias pessoas se tornaram extremamente individualistas - estocando máscaras e álcool em gel e desrespeitando o isolamento social, infectando outras pessoas - em um momento que a empatia é tão necessária, para a sociedade evoluir a preocupação com o outro é importante.
Em segundo lugar, analisa-se a tese “Animal político” de Aristóteles que afirma que a sociedade gosta de viver em coletividade e de forma harmônica e respeitosa, tornando as pessoas animais políticos. Entretanto, segundo dados do Programa das Nações Unidas, o Brasil é o sétimo colocado quando se trata de intolerância e desigualdade, tornando inviável a tese de Aristóteles.
Logo, conclui-se que esse cenário não deve perdurar. Nesse contexto, o Ministério da Educação, por meio do MEC, deve realizar discussões e campanhas nas escolas sobre empatia e a necessidade dela para a evolução do Brasil, a fim de a longo prazo transformar a sociedade tornando-a mais empatica, assim validando a tese de Aristóteles, proporcionando um pais evoluído e uma sociedade harmônica e tolerante.