O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 18/03/2021

No início do século XX foram criadas as primeiras normas trabalhistas no Brasil, das quais proibia o trabalho escravo e garantia os direitos do proletariado. Entretanto, tal garantia é ineficiente, pois em pleno século XIX, ainda há de forma recorrente a servidão. Essa problemática ocorre, devido à falta de verbas ao combate à ocupação prioneira do trabalhador, e pelo descaso estrutural da sociedade ao trabalhador, uma visão burguesa histórica.

Sob esse viés, pode-se inferir que, com redução a mais de quarenta porcento de verbas ao longo dos anos, a vigilância à áreas rurais e urbanas tornam-se cada vez mais precárias. Uma exemplificação desta dificuldade, são os procuradores municipais do estado de São Paulo, em sua grande maioria estão trabalhando por meio de denúncias da população. Grandes empresas de grife no ABC paulista, foram acusadas por trabalho escravo, estas descobertas foram graças à um aplicativo, “Moda Livre” do qual serve de delação há condições de trabalho análogo a falta de liberdade dentro do mercado da moda, do qual esta contribuido de forma incisiva para o fim da serventia forçada.

Ademais, nota-se a mitigação as condições físicas e mentais dos servidores. “O trabalho não é a satisfação de uma necessidade, mas apenas um meio para satisfazer outras necessidade.” Frase do filosofo socialista Karl Marx, da qual pode-se inferir que, a sobrevivência do proletariado é a venda do seu ser para o capital de produção. Em virtude desta prevalência, a mentalidade hierárquica arcaica, do qual o empregado é visto como uma maquina ou um ser incapaz de ter direitos, esta relacionada a visão obseleta referente ao fim da escravidão tardiamente em solo nacional e a desvalorização das leis trabalhistas com uma analise burguesa, à visando como um privilegio, não com uma luta popular. Por tanto uma sociedade lesionada pelo relativismo cultural.

Em síntese, para uma melhor fiscalização diante as diretrizes das relações trabalhistas, o Ministério Publico do Trabalho e a Secretaria Especial do Trabalho, devem garantir a legislação das leis e o bem estar do proletário. Com maior auxilio governamental para que aja a disseminação de verbas para todos os procuradores municipais ajudarem em seus locais de atuação, a extinção de tal problema. Além disso, cabe aos órgãos públicos e privados, o cuidado a saúde psicológica e física, oferencendo acompanhamento especializado médicos e terapêuticos, em adição com uma mudaças dentro dos posto de serviço, empatia, respeito e valorização ao empregado, pela sociedade e principalmente os proprietários dos bens.