O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 19/03/2021
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948 pela ONU, Organização das Nações Unidas, condena qualquer regime de trabalho análogo a escravidão ou de caráter explorável. Contudo, é crucial discutir que no Brasil essas liberdades básicas são colocadas em risco. Desse modo, garantias primordiais são mais violadas, devido a um Estado incapaz de cumprir suas funções com o povo e incluir informais nas leis.
A princípio, vale ressaltar que a revolução industrial, embora tenha sido um avanço, deixou a humanidade em perigo no mundo contemporâneo, devido à ganância pelo lucro. Para confirmar, de acordo com o Ministério dos Direitos Humanos, houve um aumento de 32,9% em violações dos Direitos Humanos de 2018 para 2019. Isso, é intensificado pelo ideal de profissional informal para economizar nos tributos. Portanto, é vital a implantação da empatia nas relações sociais para combater a servidão e garantir relações saudáveis entre as pessoas.
Ademais, o Governo falha em seu contrato social de garantir o bem-estar geral. Para contextualizar, é precioso citar o ideal do chanceler alemão, Bismarck " A política é a arte do possível", ou seja, esse órgão pode tornar toda teória em realidade. Contudo, o sistema político brasileiro falha na arte de garantir os direitos básicos de toda a parcela ativa da sociedade. Dessa forma, situações laborais degradantes são pioradas, com salários insuficientes, falta de seguros e ambientes inapropriados. Logo, o Governo deve assegurar os direitos básicos e promover o trabalho digno.
Por conseguinte, o poder legislativo deve incluir a parcela ativa na legislação, por meio de congressos com metas e soluções, de cobrar modo a que os municípios fiscalizam as condições de serviços. Outrasim, escolas ligadas à mídia, difusoras de informação, deve conscientizar o povo, por intermédio de debates e discussões interativas, de forma a informar sobre os direitos dos cidadãos e como proceder em casos de crime. Assim, o Brasil proteger o povo dos perigos do capitalismo.