O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 06/05/2021

Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, “É retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas”. No entanto, ocorre completamente o oposto do que o autor prega na sociedade contemporânea. Tendo em vista que ainda é existente o trabalho análogo à escravidão em pleno século XXI. Isso ocorre devido à ausência de segurança e Ministério Público do Trabalho (MPT). Nesse sentido, faz-se mister a reformulação urgente de tal postura estatal.

Precipuamente, é fulcral ressaltar a falta de segurança pública como grande promotora do problema. Segundo informações do portal G1, uma mulher indígena foi resgatada após ser escravizada como empregada doméstica por um casal. Pressuposto a isso, é notável a necessidade de políticas públicas atuando neste meio. Portanto, ações devem ser implantadas para mitigar a problemática.

Ademais, é imperativo salientar a ausência do Ministério Público do Trabalho (MPT) como um fator que não combate o trabalho análogo à escravidão. Segundo Thomas Hobbes, “o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população”. Nesse contexto, percebe-se a importância das instituições públicas para assegurar os direitos humanos combatendo a escravidão hodiernamente.

Dessarte, para a atenuação do trabalho escravo no século XXI. Necessita-se que o Ministério Público do Trabalho (MPT) faça com que seja expandido a segurança pública que lutará contra o trabalho análogo à escravidão. Sendo assim, cada vez mais próximo da “Utopia” de More.