O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 29/10/2021
Portugal, no século XIV com suas ambições expansionistas, colonizou o território brasileiro e, consequentemente, escravizou os nativos para trabalhar nas colônias - de forma forçada. De maneira análoga a isso, infere-se que essas foi a primeira manifestação escravista no Brasil. Nesse contexto, no mundo contemporâneo, a problemática acerca do trabalho escravo no Brasil se faz presente. Por conseguinte, cabe analisar as principais causas para a perpetuação do problema, como o racismo enraizado e a falta de empatia.
Em primeira análise, pode-se inferir que o racismo enraizado é um dos principais responsáveis para o trabalho escravo no Brasil contemporâneo. Mesmo em contextos e épocas diferentes, a realidade e cenário vivenciadas pelos nativos há séculos passados se aplica na modernidade, uma vez que, ainda, pessoas são submetidas a serviços e trabalhos com situações precárias, sem remuneração e sequer direitos. Desse modo, o filme “Django: livre” retrata a problemática citada anteriormente, tendo k protagonista (Django, nome do filme) submisso a homens brancos, donos de terras e engenhos, os quais sujeitaram-o ao trabalho escravo.
Além disso, a falta de empatia caracteriza como possível responsável para o engessamento do trabalho escravo no Brasil. À exemplo disso, leva-se em consideração a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o qual afirma que todos os cidadãos são iguais perante à lei. Nesse cenário, mesmo que a falta de empatia não se caracterize como crime pelos dispositivos legais, declarações lmk a dos Direitos Humanos servem para, justamente, travar tais agravantes.
Portanto, infere-se que medidas restrivas devem ser impostas, a fim de amenizar a problemática acerca do trabalho escravo no Brasil contemporâneo. Cabe a ONU, órgão mundial provedor da paz, intervir o problema com pressões às figuras públicas dos países com casos de escravidão. Tal providência devem acontecer por meio de reuniões com esses representantes, a fim de mitigar o problema.