O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 23/11/2021

A Lei Áurea entrou em vigor em 13 de maio de 1888, com o objetivo de erradicar o trabalho escravo no Brasil. Mas a lei está apenas no papel e o trabalho continua nas costas do escravo. Apesar dessa tentativa, o verdadeiro problema é que, nas mentes da sociedade escravista, os senhores - proprietários de escravos - não os consideram humanos - dignos de respeito. Por isso, a Lei Áurea não transformou explicitamente o trabalho escravo em trabalho formal e regular. Hoje em dia, a escravidão existe nas grandes fábricas e em todos os setores da economia brasileira.

Em primeiro plano, vale destacar que apesar da existência de trabalho escravo, ele está disfarçado aos olhos dos sujeitos sociais. Nessa perspectiva, o historiador Caio Prado disse: “O Brasil é uma empresa colonial que atende a interesses externos”. Portanto, é óbvio que por trás da escravidão do Brasil está uma cortina metafórica do mal, afinal, ela não tem uma relação específica com objetivos internos. Para provar isso, o Ministério do Trabalho propôs em 2016. Desde 1995, mais de 50.000 brasileiros foram escravizados. A partir desta situação, é óbvio que o impasse deve ser resolvido em uma base social, a fim de compreender a igualdade entre homens e mulheres. Os direitos dos cidadãos, independentemente da raça, cor, idade ou ocupação social.

Por outro lado, também é importante lembrar que a princípio a escravidão foi considerada uma alternativa efêmera, mas benéfica para o crescimento econômico do Brasil. Na realidade e na prática, não é esse o caso. A ganância humana mais uma vez superou o respeito pelos outros, como dizia o filósofo grego Epicuro de Samos: “Nada é suficiente para quem o suficiente é pouco.” Nesse sentido, por mais que o processo seja lucrativo, nunca será suficiente. Ainda hoje, em áreas rurais e urbanas, muitas pessoas ainda sofrem com trabalhos forçados, jornada de trabalho abusiva e riscos à saúde.

Portanto, a fim de resolver o impasse da mentalidade escravista e da falta de dignidade humana no trabalho, o Ministério do Trabalho deve formular um plano de educação para fornecer informações sobre os danos e atrasos causados ​​pela escravidão contemporânea, e apresentar documentários que expressem essa realidade para sociedade, com o objetivo de persuadir os sujeitos sociais a abandonar o modelo de trabalho escravo. Tudo isso será realizado por meio de incentivos financeiros nacionais para apoiar a divulgação do documentário para a sociedade. Além disso, de acordo com o artigo 149 do Código Penal Brasileiro, o governo deve punir com mais severidade o trabalho semelhante à escravidão. Para restaurar a dignidade do trabalhador brasileiro contemporâneo.