O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 23/11/2021

No Brasil, a escravidão sempre esteve presente, esse foi o tipo de mão de obra utilizada durante o período colonial. Contudo, apesar de sua abolição ter se dado em 1888 e como leis trabalhistas terem sido fundidos na década de 1930, tal exploração ainda é clara em razão da ausência de fiscalização e desigualdade social.

Atualmente, de 25 a 100 mil pessoas trabalham nessas condições no Brasil, e 21 milhões de pessoas no mundo, muitas delas são crianças e adolescentes, que são privadas de acesso à educação, e colocam em risco sua saúde física e mental. O combate desse mal se torna complexo pela falta de fiscalização e desconhecimento da população sobre esse problema brasileiro. Em 2012, 2.700 pessoas foram resgatadas deste trabalho escravo contemporâneo, em condições degradantes. Os dados oficiais do Programa Seguro-Desemprego de 2003 a 2014 indicam que, entre os trabalhadores libertados, 72,1% são analfabetos ou não concluíram o quinto ano do Ensino Fundamental. Portanto, fica evidente que ainda há entraves para garantir que as pessoas saiam dessas condições precárias.

Sabe-se que o trabalho escravo contemporâneo é o trabalho forçado, ilegal e com pagamento inexistente ou insuficiente. O trabalhador, além de não ter liberdade e direitos trabalhistas, possui não uma remuneração adequada para atender às necessidades básicas.Segundo dados da Comissão Pastoral da Terra, as atividades de pecuária representam 27% dos trabalhadores escravos contemporâneos libertados. Enquanto isso, os canaviais abrangem 25%. Minas de carvão (8%), construção civil (5%) e desmatamento (5%) são três dos vários setores que abrangem o trabalho escravo contemporâneo no Brasil atualmente na zona rural. A zona urbana, entretanto, não fica para trás. Segundo a mesma Comissão Pastoral da Terra, cerca de 2.000 trabalhadores em condições semelhantes à escravidão foram libertados, destes 40% da construção civil e 20% no setor pecuarista. como atividades de pecuária representam 27% dos trabalhadores escravos contemporâneos libertados. Enquanto isso, os canaviais abrangem 25%. Minas de carvão (8%), construção civil (5%) e desmatamento (5%) são três dos vários setores que abrangem o trabalho escravo contemporâneo no Brasil atualmente na zona rural. A zona urbana, entretanto, não fica para trás.

De acordo com o filósofo Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele, dessa forma, cabe ao governo em parceria com o Ministério da Educação, realizar palestras para informar as pessoas sobre a importância da educação e de realizar denúncias sobre o trabalho escravo. Além disso, o Ministério do Trabalho e Emprego, com apoio do governo, deve proporcionar cursos técnicos em regiões carentes.