O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 14/12/2021

Desde a antiguidade, a escravidão, prática em que o indivíduo se acha dono de outro indivíduo, é utilizada como uma forma de exploração das classes menores. A escravidão teve o seu fim legal no ano de 1888, com a lei áurea, que “aboliu” a escravidão. Entretanto, mesmo com a lei em vigor, essa prática ainda é vista com atividades análogas a escravidão, o que torna necessário um maior interesse política e social para que tal prática seja erradicada.

Segundo a revista Exame, o continente Asiático e Africano são os que mais apresentam trabalho escravista. Isso se dá, pois o primeiro é líder mundial em produção têxtil e montagem de eletroeletrônicos; No segundo a uma forte presença das atividades análogas a escravidão nas produções agrícolas, na exploração de minério e , principalmente, na exploração de cacau, tendo em vista que grande partes dos chocolates produzidos na Europa são providos por mão de obra escravista, infantil e africana.

Na sociedade atual, ocorrem vários movimentos em prol a libertação do trabalho escravo. Porém, de forma negligente, o Brasil registrou uma queda no número de resgatados, segundo o IBGE. Isso ocorre devido a diversos interesses políticos, por exemplo, no Brasil, o ex presidente Michel temer tentou modificar o conceito de trabalho escravo, prática que iria favorecer empresários e grandes empresas. A medida foi suspensa pelo Supremo Tribunal Federal.

Diante dos fatos apresentados, para haja uma mudança é necessário que, a Organização Mundial Do trabalho ( O.I.T), junto com os países em geral, crie um projeto para fiscalizar e investigar grandes empresas, grandes empresários ou até mesmos países com suspeitas de possíveis práticas escravagista. Caso seja provado essa prática, a empresa ou indivíduo, deverá ser multado em 50% do seu lucro anual e o dono da mesma deverá responder por prática de trabalho escravo. O dinheiro da multa será enviada a entidades que cuidam desses resgatados do trabalho escravo.