O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 08/08/2022
A Constituíção Federal, promulgada em 1988, foi esboçada com objetivo de delimitar os direitos básicos para todos os cidadãos. Todavia, tais direitos em metodologias práticas não são assegurados, haja visto que ainda no Brasil contemporânea permanece o trabalho escravo. Dessa forma, isso se deve a segregação socioeconômica e a negligência do Estado.
É relevante abordar, primeiramente, a marginalização socioeconômica.Nesse sentido, a Revolução Industrial surgida na Inglaterra trouxe o desenvolvimento da produtivadade, em consequência proporcionou desigualdades - permitindo que operários vivesem em condições análogas a escravidão. Nessa conjuntura, é evidente notar uma similariedade com a população brasileira, visto que matém-se a normalização do trabalho sem remuneração adequada a quantidade de horas trabalhadas. Prova disso foi a exploração da jazina de minério em Serra Pelada, na qual muitos trabalhadores analfabetos foram sujeitos ao trabalho inadequado.
Outro fator determinante é a negligência do Estado. Nessa perspectiva, em 1888 a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea com a finalidade de libertar todos os pretos escravizados. Entretando, tal declaração se mostra incoerente na prática, tendo em vista que o Poder Publico proporcionou grande parcela da sociedade a tolerar- servidão do trabalhalhador. Isso pode ser observado, durante o Governo de Gentulho Vargas, na qual incentivou o trabalho como forma de enobrecimento da alma, porém empresas aproveitou de tal situação para explorar o trabalhador.
Portanto, a persistência do trabalho escravo no Brasil gera a segragação e a inviabilização. Dessa maneira, o Governo deve assegurar a informação a fim de que a população saiba de seus direitos básicos, assim como afirma a Constituição promulgada em 1988. Dessa forma, tal ação deve ser feito por meio de divulgação nas mídias socias e também por palaestra educacionais de modo que assegure o combate ao trabalho escravo.