O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 08/08/2022

A escravidão é um fator comum para muitos povos ao longo da história tais como os hebreus e os africanos e embora seja uma temática antiga, ainda é possível encontrar trabalhos análogos a escravidão. Desse modo, o trabalho forçado obrigatório é tão comum no mundo globalizado como as periferias e indivíduos em condição não digna. Ademais, uma das causas aparentes para o escravo moderno no Brasil é a questão social e como efeito tem-se a perda da dignidade humana.

À princípio, é necessário destacar a relação da desigualdade social brasileira com os trabalhos maliciosos. Por exemplo, é cabível citar o cenário representado pela novela “Salve Jorge”, o qual apresenta Morena, uma residente periférica e mãe solteira, que aceita um trabalho utópico e acaba sendo traficada e prostituida. Embora seja uma obra fictícia, é importante visualizar os aspectos realistas. Desse modo, fica claro, que, como um dos mecanismos para atrair as vítimas são propostas utópicas para trabalho no exterior, pessoas em situação de pobreza são mais vulneráveis à esse crime. Visto isso, conclui-se que a desigualdade social influencia na escolha das vítimas e na adesão ao crime.

Além disso, é possível encontrar como efeito da escravidão contemporânea a perda da dignidade humana. Para firma isso, pode-se citar o anime “Kakegurui”, visto no Netflix, o qual mostra uma escola viciada em apostas e aqueles que mais devem dinheiro são postos como animais de estimação ou, trazendo para o moderno, escravos contemporâneos Com isso, é possível firmar que o indivíduo escravizado perde sua condição de homem e passa a ser tratado como objeto ou animal, podendo muitas vezes, não se recupera nunca de tal estado psicológico. Por isso,conclui-se o quão maléfico essa temática é para a comunidade.

Portanto, é imprescindível a resolução desse problema. Ademais, cabe ao Ministério do Trabalho, órgão público responsável pelas questões trabalhistas dos brasileiros, realizar um levantamento de pessoas em condições propicias para serem vítimas e inseri-las no mercado de trabalho, por meio de uma parceria com o Ministério da Cidadania e de criação de projetos auxiliadores, com a finalidade de acolher as futuras vítimas e assim mitigar desde a nascente do problema. Assim, acarretando na comunidade o bem-estar e a segurança dos cidadãos.