O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 08/11/2022
Na visão do filosófo inglês John Loocke, cabe ao Estado a proteção de todos os indivíduos, bem como a garantia à vida, à liberdade e à propriedade que são direitos inalienáveis. Hodiernamente, observa-se que o trabalho escravo no Brasil comtemporâneo ocorre devido à falta de atitude do governo e a vulnerbilidade social. Diante disso, é preciso conhecer os diversos estigmas dese probelama, na propensão de solucioná-lo.
Sob essa ótica, observa-se que o trabalho escravo é fomentado pela incapacidade das esferas públicas de exercerem o seu poder simbólico e a garantia dos direitos constitucionais. No Brasil, é evidente o rompimento desse contrato, visto que, segundo a Folha de São Paulo, 10% da população ainda pratica trabalho escravo, dados que mostra que a abolição da escravidão ainda não foi contretizada no Brasil. Nessa perspectiva, parafeaseando Chico Xavier, a omissão de quem pode e não auxilia um povo é comparável a um crime que se pratica a comunidade inteira.
Vale ressaltar, ainda que outro fator é responsável pelo problema: a vilnerabilidade social. Essa perspectiva, pode ser comprovada pelas palavras do renomado escritor Adriano Suassuna, ao afirmar que é difícil vencer a injustiça que dilaçera o Brasil em dois países distintos: o país do privilegiados e o país dos despossuídos. Nessa conjuntura, é possível concluir que uma parcela da sociedade vive de modo precário, fruto de um grande número de desemprego no país, o que impossibilita os indivíduos de sair e denuciar o trabalho escravo no Brasil.
Torna se evidente, portanto, que a falta de atitude do Governo em paralelo à vulnerabilidade social são importantes vetores da problemática. A fim de que haja a imprescindível superação desse cenário, faz-se necessário que o Governo através do Ministério Público do Trabalho, fiscalizem os comércios por intermédio das leis existentes, para sancionar a mão de obra escrava e concretizar a abolição da escravidão no Brasil. Agindo assim, o Estado idealizado por John Loocke, será uma reaidade empírica e não um ideal ou uma utopia.