O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 04/03/2023

Ao longo da história do mundo é perspectivo como, de certa maneira, a evolução do trabalho foi essencial e muito importante. Durante anos, a população africana e indígena sofreu com a escravidão devido aos seus patrões acharem que essas etnias eram inferiores. Porém, mesmo depois de tantos anos, ainda há trabalho escravo pelo mundo, e em alguns lugres, esse trabalho é aceitável. No Brasil, o trabalho escravo é crime, mesmo assim, existem pessoas que exercem essa ação de maneira escondida, podendo gerar sérios riscos de vida e problemas para os submetidos.

Primeiramente, deve-se pautar que o trabalho escravo ainda persiste pois muitas pessoas ainda acreditam que algumas etnias e culturas diferenciais são inferiores, por isso devem prestar serviço aos superiores. Na Índia, a chamada escravidão moderna já atingiu cerca de 7,99 milhões de indivíduos. Essa forma de trabalhar chama atenção pela qualidade de vida fornecida aos submissos que é precária.

Em virtude da precariedade de vida, as pessoas escravizadas podem acarretar problemas de saúde física e mental. No documentário “Descendant”, é relatado a partir de descendentes de sobreviventes de um navio que levava africanos para os Estados Unidos, a dificuldade de viver com as condições de frio, de calor, sem comida, não havendo espaço para fazer necessidades pessoais, no geral, eles eram tratados praticamente como animais enjaulados, e ainda hoje existe um enorme preconceito com pessoas pretas em vários lugares que torna a escravidão muito presente.

Contudo, chega a ser essencial que o artigo 149, responsável pela diminuição a condição análoga à de escravos, seja revisto. Segundo os Direitos Humanos, todo ser humano deve ter direito ao lazer, escolaridade, família, emprego assalariado, além de comida, pois é essencial para a vida; Sendo assim, o trabalho escravo deve ser extinguido do mundo. Cabe a Declaração Universal dos Direitos Humanos realizar a tal revisão do artigo e exigir uma punição severa à aquele que se recusar a seguir a lei.