O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 06/03/2023
Nos últimos 10 anos segundo a Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) do Ministério do Trabalho e Previdência, mais de 13,6 mil trabalhadores em condições análogas à escravidão foram resgatados no Brasil. No ano passado, foram 1.930, o maior número desde 2013 e um aumento de 106% em relação a 2020, quando os registros mostram 936 pessoas. Dessa forma ações preventivas e assistência aos escravizados em consonância à medidas punitivas aos responsáveis por tal crime contra a dignidade humana são urgentes.
Em primeira instância, o fraco nível de doutrina de sociedades que sofrem de privação impede que pessoas titulares dessa veracidade econômica alcançarem empregos de qualidade. Segundo o IBGE, a taxa de desemprego nacional chegou a 11,8%. Dessarte, essa população sujeita-se a ocupações mal gratificadas e cargas horárias desmoderadas para penhorar o sustento de suas famílias.
Outrossim, o salteamento à servilismo na atualidade priva-se pela pequena vigilância existente e instabilidade. Pelo motivo de, a maior parte da sociedade desconhece essa problemática e, como inferência, o número de incriminações efetuadas é pequeno.
Portanto, é mister que o Estado adote medidas para a inversão do quadro atual. Inicialmente, para assegurar o respeito e a dignidade às pessoas que já sofreram ou ainda sofrem com a escravidão, cabe à mídia, promotora da consciência sociocultural, criar, por intermédio dos meios digitais e informacionais, campanhas publicitárias que destaquem a triste realidade dos cidadãos e ações da sociedade civil juntamente com a adoção de políticas públicas por órgãos governamentais devem agir para reverter a situação de pobreza e vulnerabilidade, principal fator qur faz com que trabalhadores se submetam à condições de trabalho escravo.