O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 22/08/2023

De acordo com o filósofo, George Santayana, “aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo”, submeter alguém ao trabalho escravo é desumano, para pagar dívidas não é preciso se submeter a condições deploráveis. Desse modo, é imprescindível pensar no trabalho escravo no Brasil, uma vez que, para se livrar das dúvidas as pessoas se colocam em uma jornada exaustiva e pessoas de outros países vêm para o Brasil para melhorar de vida.

Em primeira análise, para se livrar das dúvidas as pessoas se colocam em uma jornada exaustiva, onde correm bastante perigo tanto físico, quanto mental. O indivíduo quer trabalho atrás do trabalho, para poder recuperar o fôlego, tem casos que a pessoa não pode sair do seu local de trabalho para se divertir e nem ver a família, tem que ficar preocupado só em lucrar. Prova disso, recai na frase de Darcy Ribeiro “O Brasil, último país a acabar com a escravidão, tem uma lersividade na sua herança, que torna a nossa classe dominante, enferma da desigualdade social”.

Em segunda análise, pessoas de outros países, especialmente pretos, pardos e analfabetos, vêm para o Brasil para melhorar sua vida econômica, não conseguem boas oportunidades de emprego em sua cidade, por motivos de crise econômica ou com partidos políticos e migram para o Brasil, chegam aqui de mãos atadas e como não tem um bom conhecimento acabam aceitando trabalhar em situações deploráveis. A pesquisa do Programa Seguro - Desemprego informa que 68% dos trabalhadores são pretos, pardos e analfabetos.

Destarte é mister que, o governo junto do Ministério do Trabalho poderiam criar leis que protegem a integridade dos trabalhadores, seja eles imigrantes ou não, e criar empregos dignos para não correr perigo, com o objetivo de não ter mais trabalhos escravos e que todos tenham direitos e uma boa saúde, com ajuda de palestras e anúncios na televisão.