O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 26/08/2023
Na obra cinematográfica “7 Prisioneiros” retrata, um grupo de jovens que procuram por melhores condições de vida, e aceitam trabalhar em um ferro velho em São Paulo. Porém, assim que chegam percebem que foram enganados e caíram em um golpe de trabalho escravo. Embora ficcional, pode-se estabelecer um paralelo entre a obra audiovisual e a realidade brasileira, uma vez que é considerado o número de pessoas que se encontram em trabalho análogo no Brasil. Diante disso, convém analisar, os principais motivadores dessa problemática, que são a falta de fiscalização e a conscientização da população.
Diante desse cenário, percebe-se que a falta de fiscalização é um grande motivador, pois por não ter uma grande inspeção, muitas pessoas utilizam essas brechas para impor trabalhos análogo a escravidão, principalmente na área agropecuária. Prova disso recai, em 31% dos trabalhadores escravizados são da pecuária e outros 22% da colheita de cana-de-açúcar, de acordo com “Escravo, nem pensar!”. Sendo assim, se torna notável os numeros de pessoas em condições escravocratas em setores da agricultura.
Ademais, é válido ressaltar a conscientização populacional. Esse contexto envolve a falta de consciência sobre o que são trabalhos em condições análogas a escravidão, tornando difícil para o cidadão identifica-los. Além de ser mais favorável a serem os alvos. De acordo com o site “Escravo, nem pensar!”, 39% dessas pessoas só chegaram a quarta série, e outros 32% são analfabetizados.
Portanto, sob esse viés, o Ministério do Trabalho e Emprego deveria investir em políticas públicas, como projetos mais fiscalizativos. Outrossim, cabe as escolas conscientizar as futuras gerações sobre o que são e como idenficar trabalhos escravocratas, por meio de palestras e aulas adicionais.