O uso da Cannabis medicinal no Brasil

Enviada em 11/05/2026

Há muito tempo, os nossos avós, na maioria das vezes, não tinham dinheiro

nem farmácias para comprar medicamentos. Por isso, eles recorriam aos

remédios “naturais”, ou melhor, à cannabis. Era o que tinha para aqueles

momentos.

Antigamente, por exemplo, aqui no Brasil, não existiam muitas farmácias e

hospitais que distribuíssem remédios para a população isso era restrito aos

“ricos” e a quem morava nos centros. Dessa forma, as pessoas tinham que

recorrer à cannabis para tratar de suas doenças. Porém, perceberam que, ao

utilizar esse remédio, os pacientes ficavam meio “anestesiados”. Então, viram

uma oportunidade de usar isso para vender às pessoas como uma ferramenta

de refúgio, que, depois de décadas, foi denominada como “drogas”. Assim

começou uma história difícil.

Nos anos 60, com o início da revolução industrial brasileira, os medicamentos

que antes só eram disponibilizados para os ricos começaram a ser distribuídos

para os bairros e vilas que ficavam longe das grandes metrópoles. Assim, a

cannabis passou a ser utilizada na busca de refúgio da correria das grandes

cidades. Muitos trabalhadores usavam isso para aguentar a rotina pesada das

fábricas e do transporte público lotado. No entanto, as pessoas ainda não

tinham conhecimento dos malefícios das drogas, como o vício, que leva o

indivíduo a perder seus bens e familiares para comprar mais drogas. E quando

percebiam, já era tarde demais. Mas, mesmo depois de anos desde o início

desse alto nível de distribuição de drogas nessa época, ainda existem vários

vendedores que continuam distribuindo para a população. Parece que nada

mudou de verdade. Portanto, mesmo o governo sabendo sobre a má utilização

da cannabis, ainda não consegue controlar a distribuição dessas drogas no

país.

Diante disso, os órgãos públicos, como a educação, a saúde e a segurança,

deveriam promover ações para a diminuição desses casos. As escolas

deveriam fazer mais palestras contra o uso de drogas, principalmente nas

comunidades mais pobres onde o acesso à informação é menor.