O uso da Cannabis medicinal no Brasil

Enviada em 14/05/2023

Após a revolução cientificista no século XIX, a indústria farmacêutica evoluiu, também como outras áreas da saúde. É sabido que muitas plantas são utilizadas para a síntese de diversos fármacos, desde os tempos mais remotos. Atualmente o Cannábis é usado para fabricação do Canabidiol. Entretanto, o uso do Cannábis medicinal ainda precisa ser avaliado, uma vez que há o estigma e a falta de conhecimeto da população sobre o assunto, além do risco de dependência.

Na produção cinematográfica “O bicho de sete cabeças”, o jovem protagonista sofre preconceito do pai pela suas atitudes rebeldes associado ao uso de substância psicoátivas, como a maconha, sendo levado para uma instituição psiquiátrica. Assim como na ficção, na realidade a maioria dos brasileiros possui este estigma, uma vez que o uso exagerado pode levar a desenvolver agitação pscomotora e a dependência. Algumas usuários podem ficar violentos, aumentar a criminalidade e número de pessoas em situação de rua. Em controvércia com a longametragem, o uso do Canabedilol está sendo cada vez mais usado como tratamento medicamentoso para pessoas em sofrimento mental. É certo de que a orientação sobre os benefícios deste recurso natural estão insuficientes.

Ademais que ensinar a população é de extrema importância, uma vez que se faz necessário o esclarecimento de como este produto será produzido e irá reagir, enfatizando que uso o excessivo terá, assim como toda substância, efeitos colaterais. Como exemplo da série “Drº House”, o personagem cria drogas com efeitos extremos. Desse modo, a fabricação de medicações deve ser cautelosa e usanda substâncias nas quantidades corretas e permitidas por lei. Vale salientar que a automedicação e o uso indiscriminado também podem levar a dependência ou a influência de usar drogas ilegais.

Portanto, o uso de Cannábis medicinal do Brasil poderá ser de grande valia. Cabe ao Ministério da saúde e o Estado, instruam a população de forma eficaz, atravéz de divulgações em mídias sociais, palestras ofertadas nos postos de saúde e CAPS - Centro de Atenção Psicosocial, especializado em inserir pacientes psiquiátricos e usuários de álcool e drogas na sociedade -. Desse modo, irá diminuir os estigmas e barreiras sociais, além da fiscalização rígida para não ocorrer dependência química.