O uso da inteligência artificial nas ações do corpo de bombeiros
Enviada em 31/10/2025
A obra O Grito, feita em 1893 por Edvard Munch, traduz sentimentos de angústia, medo e desespero. A obra retrata bem o que muitos trabalhadores brasileiros sentem ao ter várias de suas profissões substituídas por máquinas com IA. Isso acontece por conta da revolução tecnológica gerada pelas IAs que, infelizmente, acabam com determinadas profissões e potencializam outras.
Primeiramente, é importante entender que muitas profissões deixaram de ser Importantes desde a primeira Revolução Industrial, ou seja, o que as IAs estão causando não é novidade. Entretanto, muitas pessoas que não tiveram uma educação de qualidade, veem áreas onde podiam atuar serem substituídas por máquinas, gerando uma onda de desemprego. Portanto, isso gera problemas sociais e econômicos. Pois, com pessoas sem ter um trabalho, que é um direito constitucional, acaba gerando um desaquecimento da economia, causado por menos pessoas consumindo, o que gera uma bola de neve onde o desemprego e enfraquecimento econômico aumentam.
Além disso, as IAs ajudam bastante na produtividade de várias profissões, servindo como uma ferramenta multitarefas, agilizando e automatizando processos. Ademais, muitas profissões estão surgindo graças as IAs, que por ser uma área recente, se tem pouca gente qualificada. Logo, existem várias profissões disponíveis onde o conhecimento sobre a área é valioso, mas poucas pessoas qualificadas, gerando um déficit nessa área e excluindo uma parcela da população que não está qualificada, causando um desequilíbrio entre força e trabalho e profissões.
Diante do exposto, para combater os desafios gerados pelas IAs no mercado de trabalho brasileiro, o Governo Federal por meio de políticas públicas como a inclusão das IAs em grades curriculares dos ensino médio e superior e em instituições de ensino como SENAC e SENAI, deve combater a falta de qualificação dos trabalhadores brasileiros em relação às IAs. Assim, garantindo o direito constitucional ao trabalho e distanciando a realidade brasileira de obras como O Grito.