O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo
Enviada em 23/10/2018
Segundo Jean Jacques Rousseau, “A natureza fez o homem feliz e bom, mas a sociedade deprava-o e torna-o miserável”. Analisando o pensamento do filosofo iluminista, essa realidade imediata perpetua-se com o problema do agrotóxico no Brasil. Bem como, em detrimento com impacto ambiental e a contaminação dos consumidores, consumando como uma das incógnitas do território brasileiro.
De acordo com artigo 3 da constituição brasileira, explana o dever estatal de construir uma sociedade livre, justa e solidaria, garantindo o desenvolvimento nacional. No entanto, a ação legal encontra-se distante da efetivação, haja vista que o uso de agrotóxicos traz alguns benefícios à agricultura como matar pragas, eliminar doenças e acabar com plantas invasoras que podem prejudicar o desenvolvimento de uma plantação, porém, o uso constante e abusivo desse produto toxico tem trazido consequências ao meio ambiente. Como é o caso do solo, capaz de reter grande quantidade de contaminantes, com o tempo, os agrotóxicos fragilizam-no e reduzem a sua fertilidade, ocasionando também a acidez do solo. Além disso, a agua em contanto com agrotóxicos podem desencadear a morte de várias espécies de plantas aquáticas e animais, afetando indiretamente o ser humano que sofrer com a contaminação ao ingere um peixe que vive em uma área contaminada por esse tipo de produto.
Nessa perspectiva, o filosofo Michel de Montaigne diz que a mais honrosa das ocupações é servil o publico e ser útil às pessoas. No entanto, de maneira análoga ao seu pensamento à atuação produtiva a sociedade encontra- se distante no país, uma vez que o uso dessas substancias provoca graves danos na saúde humana. Fundação Oswaldo Cruz aponta que agrotóxicos podem causar diversas doenças, como problemas neurológicos, motores e mentais, distúrbios de comportamento, doença de Parkinson, endometriose e outros.