O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

Enviada em 30/10/2018

Quimicamente, os defensivos agrícolas apresentam compostos tóxicos que são capazes de acabar com pragas e com insetos que podem afetar as plantações. Entretanto, tais substancias também causam danos a saúde e ao meio ambiente. Dessa forma,  o uso de pesticidas no Brasil devem ser modulados, uma vez que  é um alto contaminante e mesmo assim  o uso  é desenfreado.

A princípio, os agrotóxicos foram criados na Primeira Guerra Mundial para ser utilizados como armas químicas e depois de alguns testes perceberam que teriam uma grande eficiência na proteção de plantações. Desse modo, tal contaminante é a terceira maior causa de intoxicação, além de infectar solo, água e os animais. Então, é inadmissível que um composto que causa tantos problemas tenha um uso desenfreado sem a preocupação dos efeitos colaterais.

Ademais, o Brasil é o terceiro maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Sob essa perspectiva, o uso  destemido e acima do permitido ocorre,  visto que não há fiscalização das autoridades catalizando, assim, a  intoxicação da população e a contaminação do meio ambiente.  À vista disso, é inaceitável a inércia do Estado sobre uma temática que está conectada  com a segurança alimentar da sociedade.

Diretrizes, portanto, são necessárias para que esse impasse seja resolvido. Logo, o Ministério da Agricultura deve incentivar o uso de defensivos biodegradáveis, pois são compostos capazes de se dissolver na natureza não causando efeitos colaterais tão agressivos como os utilizados atualmente. Nesse viés, esses estímulos precisam acontecer através de isenção de impostos para aqueles que optarem para a utilização das substancias biodegradáveis, além de selos sinalizando que aquela empresa disponibiliza alimentos seguros. A fim de que diminua os efeitos colateiras desses composto tanto na população como no meio ambiente. Somente assim, o uso descriminado de agrotóxicos será modulado no Brasil.