O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

Enviada em 31/10/2018

A revolução industrial foi responsável pela ampliação da agricultura e, sucessivamente, pela introdução do agronegócio. Tanto que obteve-se um crescimento de produção alimentícia, e de modo consequente, foi necessário o uso de agrotóxicos como ajudantes no combate a pragas e pesticidas que ameaçariam o plantio. No entanto, esses produtos vêm sendo utilizado de forma inadequada e exorbitante, justificando uma série de transtornos ambientais e implicando na saúde da população brasileira.

No Brasil, de acordo com o site da ANVISA em 2012, a venda de agrotóxicos cresceu em 193%, fazendo com que o país fosse o maior consumidor de agroquímicos do mundo, o que equivale a utilização de um percentual de 5,2 litros de venenos por habitantes ao ano, ocasionando um número significativo de mortes e doenças, como câncer e depressão.

Ao contrário da Austrália, que atualmente é o país que mais utiliza a agricultura orgânica no mundo. Segundo o site AKATU, ele tem 8 milhões de hectares que são ocupados por essa produção, com respeito ao meio ambiente e a saúde da população em todos os processos de plantação e colheita, sendo assim, obtendo uma menor taxa de mortalidade e influenciando diretamente numa melhor qualidade de vida para todos.

Deste modo, torna-se evidente que o uso de agrotóxicos é extremamente prejudicial e não acrescenta de forma positiva à vida da população, já que os danos superam alguns possíveis benefícios. Portanto, é dever do Governo restringir a utilização o mais breve, tencionando uma proibição total afim de evitar complicações no cenário ambiental e humano. Logo, a sociedade deve priorizar o uso de produtos orgânicos e agroecológicos, evitando então incidentes com doenças causadas através da utilização desses agroquímicos. Destarte, o país não possuirá desgastes devido à negligência  de grandes partes do produtores e consumidores pesticidas.