O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

Enviada em 01/11/2018

A Revolução Verde é o nome dado ao conjunto de inovações tecnológicas na agricultura, com o objetivo de aumentar a produtividade. Embora a revolução tenha contribuído à produção, promoveu também a prática de agrotóxicos. Nota-se que muitos trabalhadores rurais não têm capacitação para aplicar as agroquímicas, devido ao intenso uso de pesticidas têm crescido os envenenados. Outrossim, destaca-se o prejuízo causado na vida do consumidores, uma vez  que consomem  diariamente veneno.

Em princípio, constata-se que a ausência de fiscalizações nas áreas de trabalho do agricultor contribui à aplicação irregular dos pesticidas, visto que muitos dos quais aplicam os produtos são incapacitados. De acordo com o portal R7, o uso de agrotóxicos, em dez anos, por hectare passou de 2,7 para quase 7 Kg. Nesse sentido, entende-se que é necessário um monitoramento rígido das áreas agrícolas, para os empregados não morrerem envenenados enquanto trabalham para sustentar a família.

Ademais, percebe-se a enorme quantidade de agrotóxicos nos alimentos ingeridos frequentemente, já que poucos são os agricultores, fornecedores internos, que possuem condições de manter estufas. Ainda segundo o R7, o Brasil utiliza 20% dos pesticidas usados por todo o mundo. Dessa maneira, contata-se que há uma carência de incentivo aos pequenos agricultores, para poderem criar estufas, com a finalidade de reduzir o uso de defensivos agrícolas, por conseguinte o consumo pela sociedade.

Sente-se a necessidade, dessa forma, para diminuir o número de envenenados, que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento por meio visitas ao campo fiscalize e informe os agricultores do limite permitido de pesticidas, com o intuito dos trabalhadores não se intoxicarem. Ainda o Ministério da agricultura, junto aos proprietários agrícolas, mediante incentivo fiscais, forneça auxilio aos minifundiários para usar medidas que evitem agrotóxicos, para sociedade não desenvolver futuros problemas à saúde, com a finalidade de reduzir o consumo exacerbado de pesticidas.