O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo
Enviada em 10/12/2018
Surgiu na Segunda Guerra Mundial com o propósito de funcionar como armas químicas. Hoje, os agrotóxicos tem por finalidades controlar pragas de forma a não ter perdas no processo agrícola. O seu uso intensificou-se após a Revolução Verde. É de alto risco para o meio ambiente e acima de tudo é também nocivo a vida humana. Sendo ele bioacumulativo, ou seja, uma espécie contaminada após sua morte é consumida por outro animal, o mesmo será contaminado também.
A princípio, o Brasil é o maior consumidor de defensivos agrícolas. Além do mais, segundo a OMS ( Organização Mundial da Saúde ) os agrotóxicos são responsáveis por 45,9% de morte no mundo. Matando por meio de intoxicação, existe dois tipos de intoxicação: Crônica e Aguda. A aguda atinge geralmente os trabalhadores que têm contato direto com o veneno. Já a aguda, atinge aqueles que o inalam de forma indireta. Os efeitos à saúde são acumulativos.
Além disso, outro aspecto decisivo nesse cenário é que os agrotóxicos contaminam o solo, contaminando assim as águas subterrâneas. Outra forma de contaminar as águas dos rios e oceanos, é por meio do processo de lixiviação, que é a lavagem do solo. Dessa forma, acaba contaminando animais do meio aquático e também os que tomam dessas águas contaminadas. Existem vários tipos de agrotóxicos, cada um com finalidade de atingir e matar roedores diferentes e também com níveis de classificação toxicológica diferente.
Visando atenuar o impasse, cabe a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) junto ao MAPA (Ministério da Agricultura) fiscalizar lavouras e plantações de grande, médio e pequeno porte para inibir o uso desses venenos. E incentivar aos agricultores a optar pela plantação orgânica, acabando assim com os riscos a saúde do ser humano e acabar também com a contaminação do meio ambiente. Ademais, a mídia deve por meio de plataformas digitais e meios de comunicação estimular os consumidores a consumirem alimentos orgânicos.