O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

Enviada em 12/05/2019

Os agrotóxicos são produtos químicos que alteram a composição da fauna e a flora, evitando doenças, insetos e pragas na plantação. Porém, o que aparentemente é uma boa ideia, vem trazendo efeitos negativos a população como doenças, as quais são causadas pelo excesso, sendo a única saída o consumo de produtos orgânicos, todavia eles são mais caros que os comuns. Faz-se então, necessário uma maneira de resolver este problema que venha dos poderes maiores (justiça).

Segundo a revista Galileu, o Brasil em 2018 ganha em seu décimo ano consecutivo como país mais consumidor de agrotóxicos do mundo. São aproximadamente 7,3L ingeridos anualmente por habitante. Sendo o Brasil também um dos mais destacados na exportação do setor primário, automaticamente, o mundo acaba consumindo os produtos contaminados.

Segundo os especialistas, os pesticidas podem causar doenças graves na população, aumentam a probabilidade do desenvolvimento de câncer por suas alterações genéticas, depressão, intoxicação alimentar e entre outras. Diminuindo de maneira direta a qualidade e expectativa de vida.

Atualmente a saída que o mercado dá aos consumidores são os produtos orgânicos, porém a maior parte da população não possui as condições financeiras e conhecimento necessário para assim fazê-lo. Favorecendo a contaminação, principalmente, dos menos favorecidos

Considerando o que foi citado acima, torna-se evidente que o Brasil precisa tomar medidas interventivas para reverter a situação. O Estado deve aumentar o rigor da vigilância sanitária exigindo cada vez menos agrotóxicos e em menores quantidades. Toda empresa teria que ser supervisionada cerca de três vezes por mês, onde o vigilante pegaria uma amostra aleatória o mais diversificada possível, levaria a um laboratório e lá identificaria quais e quantos são os agrotóxicos utilizados. A partir disto, puniria as empresas que usasse algum fora dos padrões aceitos. Assim, os produtos se aproximariam cada vez mais dos orgânicos, a probabilidade de causar doenças diminuiria e os cidadãos teriam mais saúde em sua mesa.