O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo
Enviada em 19/06/2019
Consoante ao filósofo alemão, Albert Schweitzer, vivemos em uma época perigosa. O homem domina a natureza antes de dominar a si mesmo, diante disso, podemos destacar a importância em impor limites a intromissão humana à respeito do que a terra produz, logo, paralisando o aumento exacerbado no uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo, de tal forma que evite ações irreversíveis. Sendo assim, medidas precisam ser tomadas para preservar a saúde da população e o meio ambiente para as próximas gerações.
Ademais, cabe citar o ativista político, Martin Luther King, toda hora é hora de fazer o que é certo, dessa forma, há esperança de reverter o atual cenário. Os agrotóxicos são produtos utilizados com a finalidade de alterar a composição química da fauna e da flora a fim de preservá-las, entretanto, o uso abusivo tem sido associado a problemas de saúde, como por exemplo, alterações cromossômicas, doenças respiratórias e câncer de diversos tipos, alem de possíveis intoxicações. Portanto, é evidente a necessidade de mudar essa prática antes que uma grande massa populacional seja atingida.
Em consequência disso, nota-se que, o meio ambiente também tem sido alvo, com o aumento do uso irregular, danos através de contaminações tem sido provocados no solo e nos recursos hídricos, gerando para as gerações futuras problemas irreparáveis, como terras improdutivas e escassez de água potável, por exemplo. Tornando-se assim, cada vez mais difícil a preservação da fauna que também depende de boas condições externas para a sua sobrevivência. Por conseguinte, é notório que o controle no uso de agrotóxicos trará benefícios a breve e a longo prazo.
Em suma, faz-se mister que a mídia como canal direto e prático de informação familiar, tem função imprescindível na exposição de campanhas com ter educacional sobre a importância de consumir o mínimo de alimentos com esses produtos. Não apenas, o Ministério do Meio Ambiente em parceria com o Ministério da Saúde deveria instruir palestras com especialistas da área, em feiras, mercados, postos de saúde, para promover a gravidade e necessidade de discutir esses assuntos e interromper o uso contínuo. Por fim, poder-se-à fazer o que é certo, como disse Martin Luther King, pois ainda há tempo.