O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

Enviada em 22/06/2019

Consoante ao filósofo alemão, Albert Schweitzer, vivemos em uma época perigosa. O homem domina a natureza antes de dominar a si mesmo, diante disso, podemos destacar a importância em impor limites a intromissão humana a respeito do que a terra produz, logo, levando a paralisação do aumento exacerbado no uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo, de tal forma que evite ações irreversíveis. Sendo assim, medidas precisam ser tomadas para preservar a saúde da população e o Meio Ambiente para as próximas gerações.

Ademais, cabe citar o ativista político, Martin Luther King, toda hora é hora de fazer o que é certo, dessa forma, há esperança de reverter o atual cenário. Sabe-se que, o uso abusivo tem sido associado a problemas de saúde, por exemplo, alterações cromossômicas, doenças respiratórias e câncer de diversos tipos, além de possíveis intoxicações. Portanto, é evidente a necessidade de mudar essa prática antes que uma grande massa populacional seja atingida. De tal maneira que, a maximização desse produto tende a acarretar problemas ainda mais graves em toda a população.

Em consequência disso, nota-se que, o Meio Ambiente também tem sido alvo com o aumento do uso irregular. Danos através de contaminações têm sido provocados no solo e nos recursos hídricos, sendo capaz de gerar para as gerações futuras problemas irreparáveis, como, terras improdutivas e escassez de água potável. Logo, torna-se cada vez mais difícil a preservação da fauna que também depende de boas condições externas para a sua sobrevivência, segundo o evolucionista Ernst Mayr. Por conseguinte, é notório que o controle no uso de agrotóxicos trará benefícios a breve e em longo prazo.

Em suma, faz-se mister que o Ministério da Educação em parceria com a mídia, como canal direto e prático de informação familiar, tem função imprescindível na exposição de campanhas com teor educacional sobre a importância do plantio de hortas domésticas, que é de inegável eficácia. Não apenas, o Ministério da Saúde somado ao Ministério do Meio Ambiente, deveria instruir palestras com especialistas da área, em feiras, mercados, postos de saúde, para promover a gravidade em consumir alimentos com esses produtos e a necessidade de uma fiscalização a cerca disso, de forma que, interrompa o uso contínuo e o grande desgaste ambiental. Por fim, poder-se-à fazer o que é certo, como disse Martin Luther King, pois ainda há tempo.