O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo
Enviada em 24/06/2019
No século XVI, marco que deu inicio a agricultura no Brasil, tornou-se uma das maiores fontes de riqueza no país, fazendo com que houvesse necessidade de engrandecer a área. No entanto, grandes negócios, que, possuídos pelo capitalismo, tinham que produzir mais, sem deixar que a natureza praguejasse sob ela. Com isso, o agrotóxico tomou conta das lavouras, deixando não só os empregados de agricultores intoxicados, como também, as mesas de milhares de brasileiros. Dessa forma, é uma inevitabilidade dissertar sobre essa problemática.
Primordialmente, o agrotóxico tem um papel importante na agricultura, deixando-a livre de pestes, e assim, aumentando a produção. Porém, segundo o Dossiê de Abrasco (2015), desde o ano de 2002 até 2014, houve um aumento de 599,5 para 1049,5 milhões de litros de pesticidas usados nas lavras. Sob esse viés, pessoas são envenenadas todos os dias, chegando a ser cerca de 1 intoxicação a cada 65 minutos, conforme o observatório social.
Concomitantemente, os agricultores não são os únicos causadores dessa adversidade. As legislações, de 1989, diante dos inseticidas, preveem mudanças que não favorece a classe de trabalhadores dessa área, e nem a população, antepondo somente lucros ao produtor. Desse modo, agravaria ainda mais o meio ambiente afetado e seu ecossistema.
Á vista dessa problemática sobre o uso de agrotóxicos, é fundamental o Ministério do Meio ambiente, Agencia Nacional de Vigilância Sanitária e o Ministério da Agricultura, se impor, desenvolvendo uma lei, que, vai contra o uso extremo de agrotóxico nas lavouras e aplicando multas ao malfeitor. Simultaneamente, trabalhando com palestras aos produtores e fiscalizações mensais ao uso dos pesticidas.