O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

Enviada em 25/06/2019

Nos últimos anos, houve um aumento significativo do uso de agrotóxicos nas lavouras brasileiras, gerando grande preocupação social. Visto que, segundo o portal g1, o país recebe titulo de terceiro maior consumidor de pesticidas do mundo e este índice colabora com inúmeros entraves, como por exemplo, problemas ambientais e desenvolvimento de enfermidades na população. Isso se deve, ao fator da utilização de defensivos agrícolas em quantidades elevadas ou não permitidos pela ANVISA, à vista disso, é de grande importância que medidas devem serem tomas.

Em primeiro lugar, nota-se que uso de agrotóxicos não permitidos ou em quantidades acima do indicado é um dos principais problemas enfrentados no Brasil e no mundo. Com isso, se alimentar fica cada vez mais difícil, devido à absorção de parte significativa desses produtos pelos alimentos. Que, ao serem consumidos pode ocorrer intoxicações e até contribuir com o desenvolvimento de doenças, como o câncer que vem sendo mais ocorrente nos últimos anos devido ao aumento da utilização dos agroquímicos, ratificando o proferido por Pablo Neruda, “ você é livre das suas escolhas, mas é prisioneiro das conseqüências”.

Além disso, observam-se os grandes impactos causados no meio ambiente através do uso de agrotóxicos. É sabido, que maior parte dos produtos químicos são maléficos para a natureza, destarte, é evidente que a utilização de pesticidas em lavouras, afeta juntamente plantas e animais nativos que muitas das vezes estão correndo risco de extinção, além do mais, causa a contaminação do solo, rios e até mesmo o ar. Contudo, urge aos Ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura tomaram iniciativas em prol de erradicar essa intempérie.

Em decorrência disso, cabe aos Ministérios do Meio ambiente e o da Agricultura se unir em prol de reverter esse cenário. O Ministério ambiental, por sua vez, deve, através do IBAMA tornar a fiscalização de plantações mais branda, de modo que, identifique substancias não permitidas ou utilizadas em excesso por agricultores, com intuito de penalizar infratores e minimizar esse empecilho. Além disso, urge ao Ministério da Agricultura, usufruir dos órgãos públicos, como EMBRAPA, para desenvolver produtos menos agressivos para a fauna e flora e aumentar a rigidez do órgão de Serviço de Inspeção Federal, evitando que produtos contaminados cheguem a mesa da população.