O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

Enviada em 25/06/2019

Em 1950, no México, ocorreu um conjunto de iniciativas tecnológicas que transformou práticas agrícolas e aumentou drasticamente a produção de alimentos. Nesse viés, contudo, o Brasil, na atualidade, se mostra antagônico as medidas que em 1960 ele adotou. Diante disso, cabe avaliar o aumento crescente desses pesticidas e buscar métodos que visem solucionar suas consequências.

Segundo dados de um dossiê da Abrasco no ano de 2015, desde o início do milênio até o 2014, a utilização de agrotóxicos aumentou cerca de 57%. Um dado alarmante que evidencia a expansão desses venenos servidos diariamente através de frutos orgânicos. No entanto, felizmente, existe um projeto que garante a seguridade da agricultura chamado Política Nacional da Redução de Agrotóxicos(PNaRA),que se permitido, se constitua lei e assegure saúde ao meio ambiente.

Por conseguinte, esses inseticidas são os maiores causadores de doenças como o câncer e o mal de Parkinson, os maiores incapacitantes do século, junto com a depressão. Ainda cabe relatar os malefícios que traz a saúde dos agricultores, onde cada praguicida ataca de forma diferente e prejudicial. Transfigura-se necessário, portanto, reivindicar os direitos descritos na constituição de 1988 e certificar satisfação vital de todos.

Em suma, concerne ao Governo Federal discutir e planejar métodos como a Revolução Verde que ratifiquem o direito aos produtos sem adulterar sua composição e condicionar seus consumidores a fatalidades como o câncer. Em síntese, com  finalidade de bem estar social e contestar as regalias nunca antes dadas ao agricultores que tanto trabalham para seu próprio sustento e nos atestam uma boa alimentação.