O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

Enviada em 27/06/2019

A liberação de agrotóxicos no Brasil ganhou um aumento 15% nos últimos anos o colocando em quinto lugar como maior consumidor. Os herbicidas 2,4-D e Glifosato são os mais usados nas plantações de soja e milho, causando um perigo maior para os trabalhadores e  moradores dessas áreas rurais.

A utilização deles na agricultura começou na década de 1920, quando seus efeitos ainda eram inexploráveis do ponto de vista toxicológico. Entretanto, somente durante a Segunda Guerra Mundial ele foi aplicado como arma química dizimando soldados e civis, e desde então se expandiu até os dias de hoje em que é desfrutado anualmente mais de 1 milhão de toneladas.

Os defensivos agrícolas, agroquímicos e pesticidas são empregues especialmente em monocultura, que requer uso continuo de fertilizantes os quais se usados com intensidade e incorretamente provocam para a contaminação dos solos e quem trabalha nele. O desmatamento é uma das consequências que gera alterações climáticas na região, perda da biodiversidade e desequilíbrio ecológico. A pulverização causa doenças como infertilidade, câncer e intoxicação para aqueles que tem mais contato com os produtos, as pessoas em comunidades rurais temem represálias se denunciarem a situação as autoridades.

Portanto o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento devem fazer uma fiscalização mais severa e criar uma zona de segurança em torno dos locais em que a pulverização ocorre, a afastando de escolas e áreas de moradia. Cabe ao Ministério da Saúde coordenar uma pesquisa para saber os efeitos desses agrotóxicos em pequena e grande quantidade no organismo de cada pessoa ingere. A população pode reduzir um pouco esses pesticidas e herbicidas lavando bem o alimento na água corrente, o colocando para cozinhar, examinar cascas e folhas e comprar apenas os em que a safra corresponde com a época correta, enfim a saída mais segura para os consumidores é o alimento orgânico.