O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo
Enviada em 01/07/2019
O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo
O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo é um problema de grandes proporções que atinge, não apenas os trabalhadores rurais mas também todos os consumidores finais. As doenças e malefícios, causados para deixar os alimentos mais bonitos e viçosos, não oferecem ao consumidor a garantia de saúde, tampouco o modo de produção nos hortifrutigrangeiros vêm com rótulos de procedência e modo de cultivo.
De acordo com o jornal O Globo, o Ministério da Agricultura liberou a utilização de mais 42 tipos de novos agrotóxicos, ampliando o recorde de pesticidas liberados pelo governo federal até junho de 2019. A lista inclui substâncias que já foram proibidas pela União Europeia, e vários definidos como “muito perigosos para o meio-ambiente” pelo próprio governo, tudo isto para baratear a produção, uma vez que o acesso a produtos orgânicos não uma opção para muitos dos consumidores devido ao alto preço.
Um outro problema, ainda mais grave, são as doenças causadas pelo uso intenso de agrotóxicos. Os produtores mais conscientes da situação de risco que põem seus trabalhadores e consumidores ainda representam um número bastante pequeno, e não é raro ver trabalhadores, principalmente os de pequenas lavouras, fazendo o uso de agrotóxicos sem a devida proteção, e mais, sem o conhecimentos das substâncias que manipulam para evitar pragas e prestes. Nos consumidores finais o caso é ainda mais grave; em tempos onde os mais diversos cânceres vêm se alastrando como uma grande praga, essas substâncias podem não apenas agravar como também ser a causa de doença.
Infere-se que, o uso das substâncias agrotóxicas deve ser controlado, o governo deve fiscalizar e proibir substâncias que prejudicam todos que participam desse processo, da plantação ao consumidor, e não relaxar as amarras das leis que proíbem o uso indiscriminado de substâncias tóxicas, cabe também ao legislativo criar leis que contenham a utilização descomedida de certos tipos de substâncias tão prejudiciais. O Ministério da Agricultura também deve buscar ajudar e incentivar os produtores com palestras e uma maior conscientização sobre alternativas menos nocivas de aplacar pragas e pestes, assim como também esclarecer a população consumidora os cuidados com higiene e limpeza dos alimentos para que busquem uma melhor qualidade na comida que é levada à mesa. Assim poderemos ter uma melhor condição em todas as etapas do processo.