O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

Enviada em 04/07/2019

O mundo presenciou vários cenários de comportamentos nocivos para com a sociedade, com destaque para os acontecimentos da Revolução Verde em 1950, que buscava a ampliação agrícola com a implantação de insumos como fertilizantes e agrotóxicos em suas práticas. Apesar da distância temporal, práticas semelhantes a essas são vistas na realidade atual brasileira e mundial, tanto pelo processo de contaminação, associado à lixiviação do solo, como também pela negligência governamental.

Consoante a ANVISA - Agência Nacional De Vigilância Sanitária - cerca de 28% dos alimentos e água consumidos no Brasil são contaminados por agrotóxicos. Infere-se a dizer que a utilização em larga escala destes pesticidas facilita a penetrabilidade de tais agentes nocivos no solo, que os leva aos lençóis freáticos prejudicando a potabilidade da água. Paralelamente, esta é uma das causas da grande utilização de fitossanitários, afeta a biodiversidade, seja da fauna e flora, como também o aumento de intoxicações crônicas ao indivíduo consumidor, por meio a levar o aparecimento de alterações genéticas e, até mesmo o câncer.

É importante ressaltar, em primeira marcha, de qual forma  ocorrem os problemas do uso de herbicidas no Brasil. Isso procede, em grande parte, consoante a escassa fiscalização Estatal imposta de modo a permitir a entrada de agroquímicos ilegais no território nacional, à proporção que,  adere cada vez mais indivíduos vulneráveis à contração de enfermidades e até a morte.

Conquanto, faz-se mister que haja o interesse Estatal mediante ao desenvolvimento de práticas agrícolas sustentáveis consoante a utilizar cada vez menos estes produtos químicos, de modo a evitar o comprometimento da saúde e da biodiversidade como um todo. Além disso, é de extrema importância a disseminação de novas práticas fiscalizatórias, por conseguinte a executar a punição de transgressores que trazem herbicidas ilegais ao Brasil, conforme a garantir o bem estar socioambiental.