O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

Enviada em 01/08/2019

A Revolução Verde teve início na década de 1950, marcou um período de grandes mudanças na forma da produção agrícola. Para isso, o investimento em agrotóxicos tornou-se um fator essencial para ampliar as vendas. Na sociedade atual, percebe-se como um dos focos da agricultura. Tal prática deve ser controlada pelo Governo para garantir que a população e o meio ambiente não sejam prejudicados.

É primordial ressaltar que a tese marxista disserta acerca da inescrupulosa atuação estatal, que assiste apenas a classe dominante. Dessa forma, alienados pelo capitalismo, os governantes negligenciam a necessidade fecunda de reduzir o uso de agrotóxicos no Brasil, pois segundo o jornal G1 é o país que mais consome tal produto no mundo. Porém, embora caótica, essa situação é mutável.

Em consequência disso, o uso de agrotóxicos compromete a saúde da população e do meio ambiente. Um exemplo disso é inúmeros casos de intoxicação alimentar devido ao consumo de praguicidas, consoante dados do Ministério da Saúde foram registrados 144.558 casos de intoxicação aguda por esse produto. Ademais, o uso desses é altamente prejudicial ao meio ambiente, como contaminação do solo e animais. Dessa forma, são necessárias medidas alternativas para diminuir o uso de agrotóxicos.

Fica claro, dessa forma, que a atitude irresponsável do homem moderno promove impactos de grandes proporções. Assim sendo, faz-se necessário que o Governo, em parceria com o Ministério da Agricultura, desenvolva alternativas para reduzir o uso da toxidade dos defensivos agrícolas, como práticas agroecológicas e, também, promover encontros nacionais e internacionais que visem discutir o uso excessivo de agrotóxicos e os impactos na sociedade e no meio ambiente na perspectiva de amenizar consequências negativas da ação antropológica. Com esses atos, o uso de agrotóxicos deixará de ser tão prejudicial, assim, o Brasil e o mundo poderão se desenvolver de forma mais saudável.