O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

Enviada em 27/09/2019

Na primeira geração romântica brasileira, observava-se um nacionalismo baseado na exaltação da natureza. Entretanto, hodiernamente se verifica a degradação dessa por parte dos indivíduos, com base no uso de agrotóxicos. Nesse sentido, a abundante utilização dessa substância exerce um caráter problemático configurado em fatores ambientais e na saúde humana.

Mormente, é fulcral salientar os efeitos das pesticidas no meio ambiente. Em 1950, a Revolução Verde proporcionou diversos avanços no que tange a modernização agronômica. Nada obstante, apesar de trazer benefícios, também intensificou o uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo. Dessa forma, como o solo é capaz de reter grande quantidade de contaminantes, com o tempo, os agrotóxicos fragilizam-no e reduzem a sua fertilidade. Em síntese, essas substâncias são um entrave à vitalidade ambiental.

Outrossim, vale ressair o impasse como um entrave ao bem-estar dos indivíduos. Por certo, os agrotóxicos que chegam à mesa de várias famílias são prejudiciais à saúde, em virtude da intoxicação que causam—quarenta mil casos de 2007 à 2017, de acordo com o Portal da Globo—. Em suma, nota-se que essas pesticidas desafiam a máxima do filósofo Platão, quando esse afirma que o importante não é viver, mas viver bem.

Portanto, depreende-se a necessidade de medidas que objetivem atenuar esse contraste carregado pela Revolução Verde. Para tanto, cabe ao Poder Legislativo intervir sobre o emprego agudo dessas substâncias químicas, por meio de leis, com o fito de reduzir seus impactos sobre a natureza. Ademais, a partir dessa diminuição o Ministério da Saúde deve proporcionar auxílio à população, por intermédio de medidas de tratamento às intoxicações, visando evitar maiores consequências. Assim, o revés poderia ser combatido de forma precisa.