O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

Enviada em 19/10/2019

Anos atrás, na época dos índios, as plantações eram feitas de forma natural, sem o uso de produtos químicos. Nos dias de hoje, entretanto, o que mais preocupa é a questão da grande quantidade de agrotóxicos que são utilizados na agricultura. De certo modo, o uso desses produtos gera um aumento de produtividade agrícola, porém é responsável também por causar grande impacto do meio ambiente, além de ser motivo de levar à morte um amplo número de pessoas.

Atualmente, o governo brasileiro liberou mais 51 agrotóxicos para serem utilizados. Porém, dentre eles está o sulfoxaflor, que é proibido em alguns países da Europa por causar problemas no ambiente e na saúde humana. Além disso, outro agrotóxico que preocupa é o fipronil que matou esse ano, 400 milhões de abelhas, responsáveis pelo equilíbrio do ecossistema, no Rio Grande do Sul, segundo a Agência Pública.

Ademais, esses produtos químicos podem ocasionar problemas em curto, médio e longo prazo na vida do ser humano, a depender da substância utilizada e o tempo de exposição ao produto. Pesquisas de especialistas das Organizações das Nações Unidas (ONU) apontam que mais de 200 mil mortes por ano no mundo ocorrem em virtude de problemas gerados pelo uso de agrotóxicos, sendo que 90% delas sucedem em países em desenvolvimento.

Dessa forma, medidas precisam ser tomadas para que o uso de agrotóxicos deixe de ser considerado esse grande problema. A ONU deve desenvolver campanhas temporárias de conscientização pelo mundo referentes ao uso de produtos químicos utilizados na agricultura. Essas campanhas serão realizadas durante um ano, por meio de voluntários de cada país, e ao final desse período, os países que receberam esse programa devem se submeter a diminuir a utilização de pesticidas, considerando todos os malefícios advindos do seu uso. Agindo assim e pensando nas palavras de Mahatma Gandhi, “o futuro depende do que é feito no presente”, no futuro os problemas com o uso de agrotóxicos terão diminuído.