O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo
Enviada em 17/03/2020
Surpreendentemente, o primeiro uso na história para o agrotóxico foi como arma química durante a 2ª Guerra Mundial. Porém, na década de 60 durante a revolução verde seu uso foi expandido mundialmente para o controle de pragas na agricultura. Hoje, continua sendo o recurso mais utilizado. Contudo, o seu uso intensificado, e muitas vezes irregular, causa danos sociais e ambientais no Brasil e no mundo, que precisam ser combatidos.
Neste contexto, o Brasil apesar de apresentar altos índices de intoxicação por agrotóxicos, durante o tempo de duração de um filme, 130 minutos, 2 pessoas são identificadas com essa condição, possui, infelizmente, uma política de desregulamentação e incentivo ao uso desse agente químico. Além disso, o país compra pesticidas europeus que são proibidos na Europa. Ou seja, na comida do brasileiro há uma alta quantidade de resíduos extremamente nocivos a saúde que causa danos à sociedade, mas que não há nenhum projeto em decorrência para diminuição do quadro.
Ademais, no que diz respeito ao meio ambiente, a longo prazo, o uso de agrotóxicos na agricultura não se conseguirá se sustentar. Visto que estes tem causado a diminuição da quantidade de abelhas no mundo, que são, em maioria, as responsáveis pela polinização das plantações. E sua utilização intensa ao longo do tempo causará ao solo a aquisição da infertilidade. O que pode levar a diminuição da biodiversidade, além de dificultar o cultivo de bens alimentícios.
É inadmissível, portanto, a utilização desenfreada, do que um dia já uma arma química, nos alimentos que chegam a nossa mesa. No Brasil, as ONG’s ambientais com o apoio da ONU devem fazer palestras e atividades recreativas nas escolas e nas mídias sociais, de modo a mostrar os impactos da utilização do agrotóxico e atingir o maior número de pessoas possível. Para que estes possam pressionar a Câmara dos Deputados a rejeitar o a “PL do Veneno” e aprovar a PL do Projeto Nacional que busca reduzir o consumo desse químico e estimular políticas e práticas agroecológicas. A fim de proteger a saúde do brasileiro e a manutenção do meio ambiente. Além de impedir o desmonte do sistema de regulamentação a esse produto.