O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo
Enviada em 15/05/2020
Desde que o homem deixou de ser nômade no período neolítico, a agricultura aparece essencialmente à sobrevivência da população. A partir disso, o manuseio do solo e dos alimentos nunca deixou de ser desenvolvido, tendo encontrado seu maior destaque na década de 70 com a Revolução Verde, que introduziu os agrotóxicos e influenciou o agronegócio no Brasil. Diante disso, a abertura do uso desses agrotóxicos colocou o Brasil como seu maior consumidor do mundo, o que, comprovadamente, traz riscos a saúde e ao meio ambiente. Com efeito, faz-se necessária fiação de medidas que dialoguem com a economia, como com a sustentabilidade.
A priori que, a expressão “Revolução Verde” gera um ar de ironia na medida em que o Ministério da Agricultura facilita a legalização de agroquímicos já proibidos na União Europeia e os USA, indo contra a “ Revolução”, que evidencia uma melhoria no sistema, é o “Verde”, subentendido como sendo natural.
A posteriori que, os problemas gerados pelo uso indiscriminado de pesticides são graves tanto para os produtores, tanto para os consumidores dos alimentos. Os riscos ao fazedor durante o trabalho podem gerar: câncer, problemas de pele e doenças respiratórias. Esses graves empecilhos são dados por serem os que tem mais contato com os produtos. Já os consumidores tendem a gerar problemas de intoxicação alimentar e câncer no intestino. À luz disso, a ONU enviou um comunicado ao governo brasileiro informando os malefícios na saúde pública e no meio ambiente caso haja uma maior flexibilidade de legislação.
Sob essa perspectiva, a necessidade de promover a segurança alimentar e a saúde dos trabalhadores, a Secretaria do Tesouro Nacional deve destinar verba ao Ministério da Agricultura que, em conjunto, deverão selecionar, através de concursos públicos pesquisadores e cientistas a fim de desenvolverem a agroecologia mundial.