O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo
Enviada em 14/05/2020
Em primeira análise, a agricultura de exportação se faz presente como uma herança colonial, tendo permanecido, até hodiernamente, como grande partícipe do PIB nacional. Nesse ínterim, o surgimento de empresas de insumos agrícolas, a partir da Revolução Verde, contribuiu para que o Brasil obtivesse posição de destaque internacional como agroexportador. Todavia, essa ascensão da agricultura brasileira contribuiu para que essas empresas, a exemplo da Monsanto e Bayer, obtivesse grande influência nas tomadas de decisões desse setor, visando a um maior lucro com a grande utilização de seus químicos, em detrimento da saúde alimentar.
É conveniente destacar, o indispensável consumo de frutas e legumes para o organismo humano, visto que estimula o bom funcionamento do corpo. Diante disso, logo após o término na Segunda Guerra Mundial ampliou-se, de fato, o uso de agrotóxicos, o qual passou a ser manuseado como “Defensivo Agrícola”, com o objetivo de precaver a perda de produtividade devido aos insetos e fungos. Nesse contexto, os malefícios que esses produtos tóxicos ocasionam atingiu diretamente à população, já que causaram sérios problemas de saúde, tais como: Cancêr, doenças neurológicas e cardíacas. Cabe ainda ressaltar, a degradação do solo, que é uma das principais dificuldades enfrentadas pelo meio ambiente, a qual caracteriza a perda de produção e ao exorbitante uso de agroquímicos, tendo como consequência a seca.
Visto isso, é nítido que o uso de agrotóxicos causam inumeros malefícios, assim o ministério da agricultura deve, por meio de uma reformulação do seu sistema, tornar-se mais rígido na fiscalização do uso desses agrotóxicos, incluindo campanhas conscientizadoras, afim de diminuir os casos de enfermidades na população brasileira. Além disso, cabe ao ministério do meio ambiente expor um plano de ação para a prevenção e o controle do desmatamento. E, dessa forma, o país estaria em constante progresso.