O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo
Enviada em 23/05/2020
Em meados de 1960, a revolução verde chegava no Brasil, cujo a finalidade era promover inovações tecnológicas no intuito de intensificar as práticas agrícolas. Embora, em teoria objetivasse a modernização e o aumento significativo das colheitas, na prática, os agrotóxicos produzidos em massa no período verde acarretaram graves consequências naturais e fisiológicas não só no Brasil, como no mundo.
Em primeiro lugar, é imprescindível compreender que o uso de herbicidas causa grandes problemas no ciclo natural do meio ambiente. Nessa perspectiva, segundo estudos realizados na Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), os resíduos dos agrotóxicos utilizados em plantações permanecem por décadas na natureza. Dessa maneira, entende-se que a utilização de agrotóxicos prejudica o pleno desenvolvimento da natureza, haja vista que não só ás pragas agrícolas são danificadas, como também todo o meio natural em seu redor.
Ademais, é necessário analisar as consequências que os agrotóxicos causam ao organismo humano. De acordo com o programa globo rural, de 2007 á 2017 foram notificados cerca de 40 mil casos de intoxicação por ingestão de agrotóxicos no Brasil. Dessa maneira, é evidente que o consumo de herbicidas não é indicado a nenhum ser vivo, tendo em conta que a ingestão prolongada desses agentes causa danos irreversíveis á saúde dos atingidos pelo alto teor tóxico dessas substâncias.
Portanto, faz-se necessário que no Brasil, o ministério da Agricultura e da Saúde e, no resto do mundo, órgãos responsáveis pela saúde e agricultura por cada país, combatam os efeitos negativos dos agrotóxicos altamente tóxicos por meio de leis e programas de investimento agrícolas que gerenciem o uso e criação de herbicidas que não sejam nocivos ao meio ambiente e aos humanos. Como efeito social, as consequências causadas pela alta toxidade desses agente serão abolidas, de modo a fazer com que a teoria da revolução verde seja alcançada, garantindo o pleno desenvolvimento social, econômico e sustentável.