O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo
Enviada em 11/06/2020
Após a Revolução Industrial, a população mundial cresceu exponencialmente ao longo dos anos, e, consequentemente, a necessidade de se produzir mais alimento surgiu. Nesse viés, na busca por diminuir as perdas e melhorar a qualidade das plantações, as empresas do setor agrícola investiram fortemente na produção de Agrotóxicos. Contudo, em decorrência de um extremo descaso do Governo perante as consequências da utilização desse item e de uma busca incessante pelo lucro, diversas pessoas sofrem com os malefícios desses produtos.
A princípio, é necessário expor, que os órgãos governamentais brasileiros relacionados ao tema em debate, não proporcionam uma devida importância sobre os efeitos negativos que o uso de defensores agrícolas pode causar à nação. Em virtude disso, uma pesquisa publicada pelo jornal ``G1´´, relatou que a utilização de defensivos agrícolas nas lavouras brasileiras quadruplicou entre os anos de 2012 e 2019. Logo, fica evidente o desprezo do poder superior em relação a essa vicissitude.
Ademais, é importante salientar, que a comercialização alimentícia é um dos principais responsáveis pelo avanço econômico brasileiro. Nessa ideologia, a grande demanda pela remuneração, incentiva o uso dessas mercadorias nos nutrientes, originando graves problemas de saúde no cidadão brasileiro e incalculáveis danos ambientais. De maneira análoga à ideia supracitada, o livro ``Primavera Silenciosa´´, publicado em 1962 pela ecologista norte-americana Rachel Carson, expõe os terríveis danos causados à natureza, decorrentes do uso de DDTs nas lavouras.
Em suma, com o intuito de amenizar o uso de pesticidas na alimentação nacional, é imprescindível que o Estado - mantenedor das leis, do bem-estar social e do progresso civilizatório - desenvolva, por meio de verbas governamentais, políticas públicas que façam o controle do uso de Agrotóxicos nas plantações e punam os produtores que ultrapassem os limites estabelecidos pela lei. Dessa maneira, almejar-se-ia que o Brasil não sofra com danos similares aos apresentados por Rachel.