O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo
Enviada em 27/11/2020
Segundo o Filósofo Francês Sartre, o ser humano é livre e responsável, cabe a ele escolher seu modo de agir. Ademais, a indefinição de leis que regulamente o uso de substâncias tóxicas incrementa a utilização irresponsável das mesmas e, infelizmente, verifica-se um impacto negativo na saúde pública do país. Entre as principais causas desse problema, destaca-se, sobretudo, a força política do agronegócio brasileiro e as deficiências no sistema de controle do uso de agrotóxicos no país.
A priori, a utilização global dos agrotóxicos, deve ser compreendida como fator correlacionado à agressividade do grande capital, na busca ensandecida por maiores lucros. Como consequência, solo, ar, leitos e aquíferos são contaminados, além de espécies desaparecerem ou terem suas populações reduzidas, como é o caso das abelhas.
Outrossim, manifesta-se, em âmbito global, a carência de politicas supranacionais para a redução do uso de agrotóxicos. O órgão da ONU destinado ao controle e análise da produção agrícola global (FAO), com sede na Itália, não apresenta não apresenta uma posição crítica acerca do aumento mundial na utilização de químicos na lavoura. Um exemplo de valorização poderia ser a preferência na compra de grãos pela ONU para a doação aos famintos da África.
Portanto, medidas são necessárias para atenuar a problemática. É imprescindível que haja um descarte adequado e que a aplicação desses produtos seja feita de maneira prudente e rigorosa, sob a fiscalização do ministério da agricultura. Além disso, é importante que o governo federal em parceria com meios midiáticos promovam novas maneiras de proteger as culturas, a fim de diminuir os impactos ambientais e os riscos à saúde dos seres vivos.